A luz de cada uma da mães do Museu.

Existe uma luz que não foi produzida nenhuma tecnologia. Que nenhum artista ou cientista conseguiu domesticar ou criar. Uma luz que antecede tudo — a tela, o pincel, a palavra.

Seu brilho é fruto de uma série de diferentes reações químicas. Da fusão nuclear do amor com o cuidado e a proteção. Da eletricidade que dá vida movimento a tudo que circunda. Da química que combina toque, cheiro e voz de tudo o que é familiar e conhecido.
Como as estrelas, as mães iluminam sem demandas ou exigências. E, como elas, propagam sua luz mesmo nas necessárias distâncias e nas presenças ausentes, tão fundamentais para não ofuscar aqueles que ainda estão buscando seu brilho próprio.
Nesta escola que une arte, amor e sensibilidade, paramos para olhar para cima — e para o lado. Para enxergar e reconhecer todo o brilho que vocês, mães, acendem em seus filhos e em todo o universo.
Obrigado por dar luz a quem vocês trouxeram à luz. Por continuar dando, todos os dias, clareza para navegar um mundo que ainda parece tão grande.
Foi um Dia das Mães iluminado a todas as estrelas aqui presentes.




Comentários