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A luz de cada uma da mães do Museu.

  • Foto do escritor: Escola Arte do Museu
    Escola Arte do Museu
  • 9 de mai.
  • 1 min de leitura

Existe uma luz que não foi produzida nenhuma tecnologia. Que nenhum artista ou cientista conseguiu domesticar ou criar. Uma luz que antecede tudo — a tela, o pincel, a palavra.




Seu brilho é fruto de uma série de diferentes reações químicas. Da fusão nuclear do amor com o cuidado e a proteção. Da eletricidade que dá vida movimento a tudo que circunda. Da química que combina toque, cheiro e voz de tudo o que é familiar e conhecido.






Como as estrelas, as mães iluminam sem demandas ou exigências. E, como elas, propagam sua luz mesmo nas necessárias distâncias e nas presenças ausentes, tão fundamentais para não ofuscar aqueles que ainda estão buscando seu brilho próprio.



Nesta escola que une arte, amor e sensibilidade, paramos para olhar para cima — e para o lado. Para enxergar e reconhecer todo o brilho que vocês, mães, acendem em seus filhos e em todo o universo.





Obrigado por dar luz a quem vocês trouxeram à luz. Por continuar dando, todos os dias, clareza para navegar um mundo que ainda parece tão grande.



Foi um Dia das Mães iluminado a todas as estrelas aqui presentes.


 
 
 

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